As chefes do mercado de segurança


Dia Internacional da Mulher

Cada vez mais as mulheres conquistam espaço no meio corporativo. Elas estão presentes em ambientes considerados predominantemente masculinos, como o setor de segurança e de multisserviços. As Executivas estão cada vez mais dando as cartas nesse segmento e mostrando que, na sua gestão, os projetos saem do papel e os resultados são bastante positivos. Neste Dia Internacional da Mulher, você vai conhecer a história das chefes do mercado de segurança.

Por aqui, você verá a história das Executivas da Gocil - empresa especializada em soluções para Segurança Empresarial, Segurança Pessoal, Segurança Eletrônica e Serviços. A corporação conta com 20 mil funcionários e mais de 1000 clientes nos estados de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Bahia, Goiás, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pernambuco e São Paulo, além do Distrito Federal.

Hoje, 35% do quadro de colaboradores da Gocil é formado por mulheres. E cerca de 31% delas exercem o cargo de gestão.  De fato, uma grande responsabilidade e honra para elas.

E aí, quer vir comigo conhecer essa história inspiradora? Então, acompanhe a leitura do nosso artigo!

As chefes da área de marketing e do departamento comercial

Daniella Barbosa é diretora de marketing e relações institucionais. Ela chegou à empresa em 2005 e desenvolveu um trabalho de implantação de gestão estratégica de marketing.

“Quando cheguei à Gocil, percebi que a empresa tinha um potencial de expansão muito grande, principalmente na exploração dos canais digitais e da divulgação da marca em eventos. Consegui reestruturar todo o departamento para viabilizar essa implementação e trazer uma visão mais estratégica e analítica de marketing para o negócio”, comenta Daniella.

Outra executiva é Valéria Adriane. Ela foi contratada para realizar serviços de apoio ao departamento comercial. Durante 10 anos, exerceu o cargo de gerente de custos e hoje é diretora do departamento.

“Minha força de vontade e disposição para realizar as coisas me deu destaque na Gocil. O desenvolvimento do software SGO, permitiu mais velocidade e controle na elaboração dos projetos, além da emissão automática de propostas, foi meu maior case de sucesso dentro da empresa”, conta.

As chefes de Recursos Humanos e da área de contratos

A reestruturação do centro de recrutamento e seleção da Gocil, em setembro do ano passado, foi chefiada por Luana Souza, gerente de recursos humanos da empresa. O espaço é localizado no bairro do Butantã, zona sul de São Paulo. O novo espaço tem capacidade para atender 500 pessoas diariamente. Desde a abertura, contratou 1.500 colaboradores.

"A ideia do novo centro de recrutamento vinha sendo aperfeiçoada pelo departamento de recursos humanos há um tempo. Eu e minha equipe sonhávamos com algo que pudesse agilizar os processos de contratação da mão de obra e satisfazer todas as partes: empresa, colaborador e cliente", conta Luana Souza, gerente de recursos humanos.

Luana ingressou na empresa em 2005, como assistente de recursos humanos e, em 2017, assumiu a gerência do departamento. Hoje ela está à frente de uma equipe com 70 profissionais.

Os assuntos jurídicos da companhia de segurança e multisserviços são resolvidos diariamente por uma equipe de 20 profissionais sob o comando de Ana Lúcia Prandine, gerente do departamento há quase oito anos.

"Fui responsável pela estruturação e implementação da área de contratos. Nosso desafio diário é prezar pela excelência no atendimento jurídico, prestando suporte a todos os departamentos da Gocil", comenta.

Ana Lúcia possui 13 anos de experiência na área jurídica empresarial, principalmente na gestão de contratos e negociação. Ela também atua com questões trabalhistas e busca trazer tendências e inovação para os novos contratos da companhia.

O Dia Internacional da Mulher

O Dia Internacional da Mulher é uma data cheia de história e que lembra a luta de mulheres que trabalhavam em fábricas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa. Elas começaram a campanha para exigir seus direitos e condições de trabalho, pois estas eram piores que as dos homens à época.

No Brasil, é comum relacionar a data ao incêndio ocorrido em Nova York, no dia 25 de março de 1911, na Triangle Shirtwiast Company, quando 146 trabalhadores morreram, sendo 125 mulheres e 21 homens, que trouxe à tona as más condições enfrentadas por mulheres na Revolução Industrial.

Pois então, essa data nos faz lembrar deste fato que marcou a história, mas ao mesmo tempo, o Dia Internacional da Mulher também serve para fazer homenagens e falar das mulheres que lutam por uma vida e um País melhor!

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Foto: Divulgação

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